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By saudemental, Jun 16 2020 05:24PM

Na próxima Quarta-feira dia 17 de Junho vamos marcar presença na sessão #NoitesContraCOVID, debatendo o tópico Saúde Mental dos profissionais de saúde e COVID-19 - uma visão a curto e longo prazo.


Assista ao webinar através deste link: https://uphillhealth.com/webinars


Com a participação dos seguintes palestrantes:


- Professor Doutor Pedro Morgado - Psiquiatra no Hospital de Braga e Vice-presidente da Escola de Medicina - Universidade do Minho;

- Professora Doutora Renata Benavente - Associate Professor na ULHT - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias and Vogal da Direção Nacional da Ordem dos Psicólogos Portugueses;

- Professor Doutor Paulo Martins - Diretor do Serviço de Medicina Intensiva do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra;

- Miriam Garrido - Interna de psiquiatria no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa;

- Marco Gonçalves - Psiquiatra, Assistente Hospitalar no CHPL, membro coordenador do Núcleo de Intervenção em Literacia do CHPL;

- David Rodrigues (moderador) - Coordenador de MGF no Cuf Torres Vedras Hospital e Lead Medical Advisor da UpHill.

By saudemental, Mar 24 2020 12:48PM

Durante uma situação de isolamento cada pessoa pode reagir de forma diferente, tendo em conta as suas características individuais, as suas experiências passadas e o apoio de pessoas próximas. Não há uma forma certa de reagir, por isso é normal sentir:


- Ansiedade e medo relativamente à sua saúde e à de pessoas próximas.

- Preocupação pelo facto de ter de ficar em isolamento ou alguém próximo ter de o fazer. Preocupação pelo facto de ter de monitorizar sinais de doença com regularidade. Preocupação pelo facto de estar afastado do trabalho e por não conseguir fazer as suas rotinas habituais.

- Incerteza sobre o que vai acontecer e sobre quanto tempo que será necessário permanecer em isolamento.

- Frustração e aborrecimento, por não poder realizar as suas rotinas e actividades habituais

- Tristeza, falta de esperança


Entre as pessoas que podem reagir com maior intensidade ao stress durante uma crise deste tipo encontram-se:

• Idosos e pessoas com doenças crónicas, que estão em maior risco para a COVID19

• Crianças e adolescentes

• Pessoas que trabalham na resposta à COVID19, por exemplo médicos e outros profissionais de saúde

• Pessoas com doença mental, incluindo as que têm problemas com o uso de substâncias


O stress, durante uma situação de crise como a que vivemos, pode manifestar-se de muitas formas:

• medo e preocupação pela nossa saúde e pela dos nossos familiares ou pessoas mais próximas

• alterações nas rotinas de sono ou de alimentação

• dificuldades em dormir ou em concentrar-se

• agravamento de problemas de saúde já existentes

• aumento do uso de álcool, tabaco, ou outras substâncias


As pessoas com doença mental devem continuar os seus tratamentos e estar atentas ao aparecimento de novos sintomas ou ao agravamento dos mesmos.


Então, o que fazer para reduzir os níveis de stress durante o isolamento?


• Mantenha-se informado a partir de fontes de informação credíveis e partilhe-as com as pessoas mais próximas. Conhecer os factos e perceber realmente a situação actual pode ajudar a si e aos que o rodeiam a ultrapassar a crise e evita que se propaguem mitos infundados que espalham o pânico.


Para aceder a informação oficial e atualizada, em português, consulte o site: https://www.dgs.pt


• Limite o tempo dedicado a procurar notícias sobre este tema. É importante escolher 1 ou 2 fontes de informações credíveis e evitar uma avalanche de notícias a toda a hora, definindo também um limite de tempo por dia dedicado a esta tarefa. Além disto, faça pausas entre a utilização de redes sociais e a leitura de notícias.

• Mantenha a sua rotina o mais próximo possível do habitual. Fazer uma lista de tarefas ajuda a que não disperse entre outras atividades e ajuda-o a manter-se motivado.

• Cuide do seu corpo: faça inspirações profundas, alongamentos e meditação. Tente comer de forma saudável, refeições equilibradas, fazer exercício regularmente, dormir o suficiente e evitar o álcool e outras drogas.

• Reserve tempo para descontrair: faça atividades que lhe dêem prazer. Ver um filme, jogar jogos com amigos através de aplicações, ler um livro...

• Mantenha-se em contacto com os outros, por telefone, videochamada, mensagens… Fale com pessoas em quem confie sobre as suas preocupações e sobre como se sente. Além disto, alguém pode também estar a precisar de uma chamada sua


Lembre-se: o distanciamento que é pedido é apenas físico.

Esta pode até ser uma oportunidade para se aproximar das pessoas de quem gosta de formas inovadoras: videochamadas, gravações de audio, jogos através de aplicações...


Esta não é a primeira situação difícil que enfrenta: recorra às estratégias que usou no passado e que foram eficazes e aplique-as agora!


• Peça ajuda sempre que necessário, especialmente se os níveis de stress estiverem a interferir com as sua capacidade de fazer as tarefas habituais, durante vários dias ou semanas.


Sinais comuns de stress que devem motivar um pedido de ajuda:


- sentir-se atordoado, sem esperança ou capacidade de reagir, ansioso ou com medo

- Alterações no apetite, energia e níveis de atividade

- Dificuldades de concentração

- Dificuldades em adormecer ou em manter o sono; pesadelos; pensamentos ou imagens perturbadoras

- Sensações físicas fora do habitual: dores de cabeça, dores no corpo, queixas de estômago, manchas na pele

- Sentimentos de raiva, ou sentir que “ferve em pouca água”

- Aumento do consumo de álcool, tabaco ou outras drogas



Como posso pedir ajuda?

Através da Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) ou entrar em contacto com o seu médico assistente por telefone ou e-mail (antes de se dirigir pessoalmente a qualquer serviço de saúde)


By saudemental, Mar 18 2020 08:26PM

O que é a quarentena (“isolamento profilático”) ou o isolamento?


A quarentena e o isolamento são medidas de afastamento social essenciais nalgumas situações excepcionais, como a pandemia atual por COVID-19 (novo coronavírus). Estas medidas pretendem proteger a população ao promover a quebra de transmissão entre indivíduos. A principal diferença entre os termos tem a ver com o estado de doença do indivíduo que se quer em afastamento social - neste sentido, quarentena é o termo utilizado para pessoas pressupostamente saudáveis, sem sintomas, mas que podem ter estado em contacto com um doente com infeção confirmada. Isolamento é o termo usado para a separação de uma pessoa doente de pessoas saudáveis, para evitar o contágio destas últimas.



Quais são os principais cuidados a ter durante o período de quarentena ou de isolamento?


1. Permanecer em casa

Este é um dos pontos mais importantes - não deve sair de casa a não ser que seja absolutamente necessário (se precisar de ir ao supermercado, à farmácia ou cuidar de alguém necessitados… a título de exemplo). Espaços públicos como centros comerciais, ginásios, parques ou outros locais recreativos devem ser evitados, tanto para sua proteção como para proteção de outros.


2. Separado dos outros

Mesmo a partilhar os espaços comuns com outras pessoas que vivam em casa consigo, deve evitar contacto social. Idealmente, deve ser mantida a distância de 1 metro entre indivíduos.


No caso de um indivíduo se encontrar de isolamento, este deve manter-se idealmente confinado a uma divisão da casa. Se possível (e se as condições da habitação o permitirem), este deve também usar apenas uma das casas-de-banho. Caso exista apenas uma casa-de-banho na habitação partilhada entre vários indivíduos, deve proceder-se à limpeza e desinfeção da mesma após utilização pela pessoa em quarentena.


3. Evite visitas

Não convide pessoas para sua casa e evite ir a casa de outras pessoas, mesmo que se trate de uma ocasião especial. Privilegie o contacto telefónico e através das redes sociais.


4. Não partilhe objetos pessoais

Exemplos são: pratos, copos, talheres, outros utensílios de cozinha, lençóis e toalhas. Todos estes objetos devem ser lavados a altas temperaturas após utilização para diminuição do risco de contágio.


5. Lave as mãos regularmente

Deve lavar as mãos várias vezes ao dia com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos segundo as instruções dos profissionais de saúde (ihttps://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/lavagem-das-maos.aspx). Faça-o antes e após as refeições e sempre que espirrar ou tossir.

De frisar que após uma boa lavagem das mãos não é necessário colocar desinfetante - este deve ser usado apenas quando não é possível lavar as mãos com água e sabão, situação que não ocorrerá em casa.


6. Etiqueta Respiratória

Ao espirrar ou tossir, deve sempre tapar o nariz e a boca com um lenço de papel; após utilização, deite o lenço no lixo e lave as suas mãos logo a seguir. Caso não seja possível, faça-o para a dobra do cotovelo e não para as suas mãos.


7. Máscara apenas se necessário

A máscara está recomendada especialmente aos indivíduos que se encontram de isolamento, quando se encontram com outras pessoas. Esta medida serve essencialmente para proteger os outros, não estando assegurada a eficácia das máscaras na prevenção de infeção por parte do utilizador das mesmas.

No entanto, o mais importante é manter-se confinado a uma divisão da casa caso se encontre neste grupo de indivíduos.


8. Cuidado com Resíduos

Coloque os resíduos produzidos (pelo indivíduo em isolamento) num saco de plástico diferente. Não o encha até mais que ⅔ e feche-o bem, para que os resíduos não entrem em contacto com outros materiais.


9. Monitorize sintomas

Durante o período de quarentena ou isolamento, deve estar atento ao surgimento ou agravamento de sintomas sugestivos de infeção respiratória viral como tosse, estornutos (espirros), rinorreia, dor de garganta, calafrios e dores musculares. Deve ainda medir a temperatura com um termómetro duas vezes ao dia para verificar a existência de febre (temperatura axilar acima dos 37.5ºC; temperatura timpânica acima de 37.7ºC).


Caso surjam sintomas ou estes agravem enquanto se encontra de quarentena, deve contactar a Linha de Saúde 24; se estiver sob isolamento, deve contactar o Delegado de Saúde Local responsável pela sua vigilância ativa.


10. Ligue ao médico

Caso tenha dúvidas, não se desloque ao Centro de Saúde nem a um Serviço de Urgência. Procure primeiro contactar o seu médico assistente para informações. Se tal não for possível, contacte a Linha de Saúde 24 através do número 808 24 24 24. Lembre-se de que deve evitar contacto com o maior número possível de pessoas!

11. Use as redes sociais de forma responsável

Alguns profissionais de saúde que se têm disponibilizado, nas redes sociais, a esclarecer dúvidas e a partilhar informações baseadas nas recomendações oficiais das organizações de saúde a nível nacional e mundial e em evidência científica actualizada. Além disto, existem as páginas de facebook e instagram oficiais da Direcção Geral da Saúde, Organização Mundial de Saúde e Ordem dos Psicólogos que têm informação actualizada e útil. Privilegie estas plataformas, em detrimento de grupos onde é veiculada informação não científica e que por vezes serve apenas para gerar o pânico.



Que cuidados devem ter os restantes membros da casa?

Se possível, as pessoas com quem coabita devem ficar noutro alojamento. Esta medida é especialmente importante se se tratarem de pessoas mais velhas, com doenças crónicas ou vulneráveis.

Caso não seja possível a alteração de habitação, devem ser tomadas as seguintes medidas:


1. Evitar o contacto com a pessoa com sintomas

Esta medida é especialmente importante se, na mesma casa da pessoa com sintomas, se encontrarem indivíduos de grupos vulneráveis (idosos, pessoas com doença crónica, imunossuprimidas ou grávidas).


2. De preferência deve ser apenas uma pessoa a cuidar da pessoa doente/com sintomas - por forma a evitar ao máximo o contacto com múltiplos membros da casa.


3. Lave as mãos com água e sabão ou solução alcoólica após qualquer contacto com o indivíduo doente ou com o seu espaço (segundo as recomendações dos profissionais de saúde …)


4. Desinfecte com frequência torneiras, maçanetas e interruptores, especialmente após terem sido utilizadas pelo indivíduo doente. Como?

a. Lavar primeiro com água e detergente;

b. Aplicar a lixívia diluída em água na seguinte proporção: uma medida de lixívia em 49 medidas iguais de água;

c. Deixar atuar durante 10 minutos;

d. Enxaguar apenas com água quente e deixar secar ao ar


5. Evite a partilha de alimentos e itens domésticos (telemóveis, auscultadores, teclados…)

Se tal não for possível, desinfete todos os equipamentos antes e depois de cada utilização. Não deve ainda beber por pacotes ou garrafas ou embalagens cujo interior é manipulado com as mãos (batatas-fritas, snacks…)


6. Que cuidados a ter na lavagem e desinfecção dos restantes locais da casa?


6.1 Instalações sanitárias (casas de banho): As instalações sanitárias devem ser lavadas e desinfetadas com um produto de limpeza misto que contenha em simultâneo detergente e desinfetante na composição, por ser de mais fácil e rápida aplicação e ação;


6.2 Cozinha: Lavar as louças na máquina ou à mão com água quente e sabão (detergente de lavar louça à mão); limpar e desinfetar armários, bancadas, mesa e cadeiras, não esquecendo de desinfetar os puxadores dos armários e das portas; limpar e desinfetar a torneira, o lavatório e o ralo.

Se houver presença de sangue, secreções respiratórias ou outros líquidos orgânicos:

1. Absorver os líquidos com papel absorvente;

2. Aplicar lixívia diluída em água na proporção de uma medida de lixívia, para 9 medidas iguais de água - usar máscara na diluição e aplicação da lixívia;

3. Deixar atuar durante 10 minutos;

4. Passar o local com água e detergente;

5. Enxaguar só com água quente;

6. Deixar secar ao ar e abrir as janelas para ventilação do espaço.


7. O que fazer se um membro do agregado familiar desenvolver sintomas?

Se um membro do agregado familiar ou coabitante desenvolver sintomas compatíveis com COVID-19 (febre, tosse ou dificuldade respiratória), deve ligar de imediato para a linha SNS 24 (808 24 24 24) ou, se a gravidade assim o justificar, para o 112. Nesse caso, deve informar o operador da chamada que coabita com uma pessoa em situação de quarentena ou doença.

De seguida, deve ligar para o número de telefone que lhe foi indicado pela Autoridade de Saúde para comunicar o aparecimento de sintomas do coabitante.



Quem não está em isolamento, deve ter alguns cuidados quando chega a casa?

Sim.

O calçado e a roupa usados na rua deve ficar numa zona designada para esse efeito, o mais próximo possível da porta de entrada. Esta zona, potencialmente contaminada, deve ainda conter material de lavagem ou desinfecção das mãos, como solução alcoólica. Numa outra zona, limpa, deve então ter roupa para trocar e um par de chinelos, para serem usados em casa.


As organizações de saúde a nível internacional recomendam ainda que a roupa seja lavada no acima de 60º e, idealmente, engomadas a altas temperaturas.



By saudemental, Mar 12 2020 08:44PM

Estratégias para gerir o stress durante uma crise mundial


Com as notícias mais recentes sobre o novo Coronavírus, SARS-CoV-2, e o impacto que está a ter no dia-a-dia de todos nós, crescem também os sentimentos de medo e incerteza.

Planos de contingência, recomendações por parte das instituições e governos, bem como números que não param de aumentar – tudo isto contribui para um stress acrescido e pode ter consequências na saúde mental.


É normal sentir-se com medo, ansioso/a, triste, confuso/a, assustado/a ou irritado/a durante uma pandemia. Felizmente, há coisas que podemos fazer em relação à nossa saúde mental que nos podem ajudar a lidar com todas estas emoções.


Partilhamos algumas recomendações, baseadas naquelas que foram emitidas pelas principais entidades de saúde a nível nacional e mundial: Direção Geral de Saúde, Organização Mundial de Saúde e o Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças.


O que fazer?


1. Evite as plataformas sensacionalistas e procure fontes de informação fidedigna


Evite os meios de comunicação que apenas dão ênfase ao que não podemos controlar, (p.e., números crescentes de mortes e de infetados com o vírus) e que o fazem de forma sensacionalista, pouco responsável e por vezes com base em informação errada. Em vez disso, procure fontes oficiais de informação, que se baseiam no conhecimento científico atual, como os websites da Direção Geral de Saúde (www.dgs.pt) , da Organização Mundial de Saúde (https://www.who.int) e do Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças (https://www.cdc.gov).

Além disto, é importante que limite o seu tempo dedicado a procurar notícias sobre este tema. A partir de certo ponto, pode estar a contribuir apenas para gerar mais ansiedade e deixar de o informar de forma útil e proativa.


2. Falar e procurar ajuda junto de amigos e familiares


Falar com amigos, familiares e pessoas próximas em quem confia pode ajudar a reduzir os níveis de stress. Partilhe as suas preocupações e, se for necessário, procure ajuda junto de um profissional de saúde através da linha Saúde 24 (808 24 24 24).


3. Definir um plano de ação


Há algumas coisas que não podemos controlar, mas há muitas que estão ao nosso alcance e são nessas que nos devemos focar.

Exemplos são:

• Lavar as mãos frequentemente, com água corrente e sabão, durante 20 segundos e com uma técnica correta;

• Evitar frequentar sítios e eventos com muita gente;

• Não cumprimentar as pessoas conhecidas com um aperto de mão ou beijinhos;

• Tossir/espirrar para a dobra do cotovelo ou para um pano - não para a mão;

• Evitar tocar com as mãos na cara;

• Trabalhar a partir de casa, se possível;

• Sair de casa apenas quando estritamente necessário.


Implemente estas regras em casa e no seu local de trabalho, informando e dando o exemplo aos que o rodeiam.


4. Não use o tabaco, álcool ou outras drogas para lidar com as suas emoções


Enquanto enfrentamos uma situação de crise, é importante reconhecer as nossas emoções que causa em nós e saber como pedir ajuda. Pelo contrário, tentar “mascarar” estas emoções com substâncias como o álcool ou outras drogas, apesar de aparentemente causar algum alívio no momento, na verdade pode agravar o problema.


5. Reconheça as suas capacidades para lidar com o stress


Esta não é a primeira situação de stress que enfrentamos, quer a nível populacional ou individual. Por isso, recorde-se de que estratégias usou noutras alturas de stress e que foram eficazes e ponha-as em prática. No nosso separador /SaúdeMental pode encontrar algumas dessas ferramentas. Entre elas, estão: manter uma alimentação saudável e equilibrada, praticar exercício físico, meditação e exercícios de relaxamento, manter rotinas de sono ou fazer outra atividade que lhe dá prazer (como ler um livro ou ouvir música).


O que fazer em situação de quarentena?


Algumas das medidas sugeridas aplicam-se também em às pessoas a quem foi recomendado um período de isolamento. Entre elas: manter um estilo de vida saudável no que toca à alimentação, exercício físico e sono. Manter o contacto com amigos e familiares próximos, por mensagens, e-mail, telefone ou videochamadas e limitar o tempo que destina aos meios de comunicação: passar o dia a ver notícias sobre o novo vírus na televisão não acrescenta informação e, pelo contrário, contribui para aumentar o medo e ansiedade. Por fim, não ignore os seus sentimentos. Se necessário procure ajuda profissional.


As pessoas com Perturbação Mental estão mais vulneráveis à ansiedade relacionada com a COVID19?


Tal como outras emoções, traços ou perturbações mentais, a forma como cada um lida com a ansiedade relacionada com o Novo Coronavírus varia muito. Assim, as pessoas com Perturbações de Ansiedade Generalizada ou outras Perturbações de Ansiedade podem ser especialmente vulneráveis a este tipo de preocupações, ao sobrevalorizarem os riscos e subestimarem as suas capacidades para lidar com o stress. Assim, no caso de ter algum tipo de Perturbação Mental, é importante manter o seu plano de tratamento, estar atento ao aparecimento de novos sintomas, apostar no autocuidado – tirar tempo para si e para fazer o que gosta. Deve ainda pedir ajuda a um profissional de saúde, se necessário.


Por fim, é importante perceber que quaisquer emoções perturbadoras que surjam neste contexto irão desaparecer. A boa notícia neste tipo de crises é que não duram para sempre e aparecem tão subitamente como desparecem. Ainda assim, lidar com o medo e a ansiedade relacionadas à medida que se aprende mais sobre este surto e perceber como se deve proteger pode ser difícil e confuso. Felizmente, podemos ser proativos nesta missão e procurar o bem-estar psicológico, mantendo a calma e transmitindo-a aos que nos rodeiam.



By saudemental, Feb 17 2020 04:40PM

O Walk with a doc é uma iniciativa mundial que tem como objetivo a promoção da atividade física na comunidade. Para esse fim são organizadas caminhadas mensais, precedidas de uma conversa sobre um tema de saúde, apresentado por um/a médico/a. A iniciativa foi desenvolvida em 2005 por um cardiologista americano, tendo vindo a crescer desde então, com implementação em vários países, incluindo Portugal.


A caminhada decorre todos os meses, na terceira 4ª feira de cada mês, pelas 17h30.


O tema do próximo walk with a doc Alvalade, no dia 19 de Fevereiro, é o "Sono". Junte-se a nós numa conversa informal sobre a importância de dormir bem e o que fazer para o conseguir. A caminhada que se segue ajudará.


Todos são bem-vindos. Sem inscrição, sem complicações, basta aparecer.

Traga um amigo


Local de encontro: Pavilhão 11 do CHPL (Pavilhão principal), Avenida do Brasil 53

By saudemental, Dec 10 2019 07:35PM

A cada quarta-feira do mes realiza-se uma sessao de cinema no Centro Hospitalar Psiquiatrico de Lisboa. A diversidade de filmes apresentados e vasta, nao estando diretamente relacionados com temas de saude ou doença mental.

A proxima sessao decorre ja amanha, com o filme "Tempos Modernos"


Datas: Todas as quartas-feira do mes ( proxima 11 de Dezembro) pelas 14h00

Local: Anfiteatro do Centro Hospitalar Psiquiatrico de Lisboa. Pavilhao 11 (edificio principal). Avenida do Brasil 53, Lisboa

Entrada gratuita




By saudemental, Dec 10 2019 04:11PM

O Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa organiza mais uma edição da Feira de Natal - Mentalis 2019. Será feita exposição e venda de trabalhos dos utentes de diversas instituições.


Data: 9 a 13 de Dezembro

Local: Sala Polivalente do CHPL - Avenida do Brasil 53, Lisboa


Concurso de Presépios de 16 a 3 de Janeiro no átrio do Pavilhão 11.



By saudemental, Dec 6 2019 11:32PM

O serviço de Psiquiatria Geriátrica do Centro Hopsitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL) está a organizar um conjunto de sessões abertas para familiares e cuidadores de pessoas com demência. Serão abordadas questões sobre o que é Demência, as suas consequências, como ajudar a pessoa que sofre de Demência e que apoios estão disponíveis.


Datas: De Janeiro a Abril às 4ªf das 12h30-13h30

Local: Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa - Psiquiatria Geriátrica Pav.21-C RC, rampa lateral,

Inscrição: presencialmente ou através do email psiquiatriageriatrica@chpl.min-saude.pt


Para mais informação consulte o panfleto.

By saudemental, Nov 29 2019 03:34PM

A ENCONTRAR+SE – Associação para a Promoção da Saúde Mental organiza, no próximo dia 5 de dezembro, o 3º Fórum de Saúde Mental no local de trabalho.

O evento tem como objetivo contextualizar a importância da promoção da saúde e de bem-estar no local de trabalho, dar a conhecer iniciativas desenvolvidas nessa área, bem como promover uma reflexão alargada com especialistas nacionais e internacionais.


Data: 5 Dezembro às 14h45

Local: Universidade Católica Portuguesa (Centro Regional do Porto)

Inscrição: gratuita mas obrigatória, podendo ser realizada aqui.





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